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Roteiro de exemploFamília · Viagem de carro

Do oceano ao deserto — 14 dias de viagem de carro em família pelos parques nacionais da Califórnia

Família de 4 · 13 noites · viagem de carro só de ida·Califórnia, EUA
Califórnia, EUA
Fotos de banco de imagens — ninguém do Max dirigiu esta rota com uma câmera ainda.

Gostou? Leve com você

Uma cópia pessoal gratuita · as suas datas · tudo editável

Noites
13 noites
Formato
Família de 4 · 13 noites · viagem de carro só de ida
Clima
6–34°C
FamíliasViagem de carroParques nacionaisTrilhasFotografia

A Califórnia não é um lugar, são quatro — e esta rota atravessa todos eles: uma cidade de água fria numa baía, um vale de granito, uma floresta de árvores de 3.000 anos e um deserto que desce abaixo do nível do mar. O Max montou o roteiro a partir de um pedido real: uma família com filhos de 12 e 15 anos, duas semanas, e uma única instrução — parques nacionais, sem dormir num lugar novo a cada noite.

A ordem é proposital. San Francisco primeiro, sem carro nenhum, porque jet lag e estacionamento de US$ 60 por noite não cabem nos mesmos dois dias. Depois a leste, para Yosemite, três noites dentro do vale; ao sul, para um dia grande entre as sequoias; e de novo a leste — o dia longo da viagem — até o Death Valley. Descendo até Joshua Tree e, por fim, saindo no Pacífico, em Santa Monica. Ao lado de cada escolha, o "porquê" do Max.

Ele também diz na cara o que não funciona. De Sequoia ao Death Valley são seis horas e meia ao volante, e não existe como encurtar — nenhuma estrada cruza a Sierra por ali —, então esse trecho foi montado como um dia com uma parada de verdade nas Alabama Hills, e não como um transfer. E o Kings Canyon propriamente dito não está aqui: ele precisaria de mais um dia inteiro, e isso está dito em voz alta em vez de escondido.

Leiam como inspiração — ou cliquem em "Copiar esta viagem": vocês recebem a sua própria versão com datas futuras, carro incluído, e mudam o que quiserem.

Os hotéis.

San Francisco · 2 noites

Hotel Zephyr

Hotel Zephyr

Fisherman's Wharf · ★★★★ · 8.4 6.100 avaliações

Pátio de jogos ao ar livreDuas camas queenA pé até os ferriesEstacionamento pago

Quarto família, duas camas queen · Somente o quarto · Pagamento na propriedade; estacionamento cobrado à parte por noite

Por que está aqui: Estas duas noites são sem carro, então a localização é o argumento inteiro: o Pier 33 e o ferry para Alcatraz, a plataforma giratória do cable car e a loja de bicicletas estão todos a dez minutos a pé. O pátio cheio de jogos gigantes é o que salva a primeira noite, aquela do jet lag.

Yosemite · 3 noites

Yosemite Valley Lodge

Yosemite Valley Lodge

Dentro do Yosemite Valley, embaixo das Yosemite Falls · ★★★ · 8.2 4.800 avaliações

Dentro do parquePonto de shuttle na portaAluguel de bicicletasPraça de alimentaçãoEstacionamento grátis

Quarto família, duas camas queen e sacada · Somente o quarto · Pré-pago; cancelamento até 7 dias antes

Por que está aqui: Dormir no vale é logística, e não luxo: os estacionamentos do vale enchem às 7h30, e quem fica fora gasta a melhor luz do dia caçando vaga. Daqui vocês vão a pé ou de shuttle até qualquer início de trilha e voltam para almoçar sem pegar o carro. Reservem no dia em que as datas estiverem fechadas — os quartos abrem 366 dias antes e somem.

Sequoia · 2 noites

Buckeye Tree Lodge

Buckeye Tree Lodge

Three Rivers, a um quilômetro e meio do portão do parque · ★★★ · 9 1.400 avaliações

Sacadas sobre o rio KaweahPiscinaKitchenette em alguns quartosEstacionamento grátis

Quarto família com sacada para o rio · Somente o quarto · Pagamento na propriedade

Por que está aqui: Dormir fora do parque em vez de lá em cima, no Wuksachi, é uma troca proposital, e ela compra uma coisa só: a estrada mais longa da viagem sai daqui amanhã, e isto corta cerca de uma hora de curvas do começo dela. O que se perde é uma manhã entre as árvores. Neste dia específico, essa é a ordem certa. As sacadas ficam exatamente sobre o rio.

Death Valley · 2 noites

The Ranch at Death Valley

The Ranch at Death Valley

Furnace Creek, no meio do parque · ★★★★ · 8.6 5.400 avaliações

Piscina de água de nascente a 30 °CGramados e tamareirasCombustível e mercadinhoRestaurantes no localEstacionamento grátis

Quarto família, duas camas queen · Somente o quarto · Pagamento na propriedade

Por que está aqui: A piscina aqui é infraestrutura, e não mimo: ela é alimentada por uma fonte quente natural, fica em torno dos 30 °C, e é o que segura uma família dentro da propriedade entre 11h e 16h — as horas em que estar do lado de fora no Death Valley é um erro. É também o único lugar num raio de uma hora com combustível, gelo e mercado.

Joshua Tree · 2 noites

AutoCamp Joshua Tree

AutoCamp Joshua Tree

Na cidade de Joshua Tree, a dez minutos da entrada oeste · ★★★★ · 9.1 1.100 avaliações

Trailer Airstream para 4Kitchenette e banheiro privativoFogueira privativaPiscina e clubhouseCéu escuro

Trailer Airstream de 9,5 m, cama queen e sofá-cama · Somente o quarto · Pré-pago

Por que está aqui: Depois de onze noites de quarto de hotel, uma noite num trailer Airstream com uma fogueira do lado de fora é a que as crianças de fato vão contar depois. E é o lado certo do parque — dez minutos da entrada oeste, que é o portão que vocês querem para a metade boa, em vez de entrar por Twentynine Palms.

Los Angeles · 2 noites

Shore Hotel

Shore Hotel

Ocean Avenue, de frente para o píer · ★★★★ · 8.7 3.900 avaliações

De frente para o Santa Monica PierPiscina aquecidaQuartos com vista para o marAluguel de bicicletasEstacionamento pago

Quarto família com vista para o mar · Somente o quarto · Pagamento na propriedade; estacionamento cobrado à parte por noite

Por que está aqui: As duas últimas noites deveriam ser em algum lugar de onde se vá a pé até o mar, e não num hotel de aeroporto. Daqui vocês atravessam a rua até o píer, pegam a ciclovia da praia até Venice, e ainda estão a 35 minutos do LAX na manhã seguinte.

O carro.

Enterprise · SUV médio, automático

Toyota RAV4

Retirada: Centro de San Francisco · seg. 08:30

Devolução: Aeroporto Internacional de Los Angeles · sex. 11:00

Quilometragem ilimitada · Cheio a cheio · Cancelamento grátis até 48 horas antes da retirada

O roteiro, dia a dia.

A agenda exata com que a sua cópia abre — voos, hotel e cada lugar na parte do dia dele. Toque em qualquer bloco para vê-lo no mapa.

sáb.
10out.
Dia 1
San Francisco
dom.
11out.
Dia 2
San Francisco
seg.
12out.
Dia 3
Yosemite
ter.
13out.
Dia 4
Yosemite
qua.
14out.
Dia 5
Yosemite
qui.
15out.
Dia 6
Sequoia
sex.
16out.
Dia 7
Sequoia
sáb.
17out.
Dia 8
Death Valley
dom.
18out.
Dia 9
Death Valley
seg.
19out.
Dia 10
Joshua Tree
ter.
20out.
Dia 11
Joshua Tree
qua.
21out.
Dia 12
Los Angeles
qui.
22out.
Dia 13
Los Angeles
sex.
23out.
Dia 14
Los Angeles
Hospedagem
Manhã
até as 12:00
Tarde
12:00–17:00
Noite
a partir das 17:00

Cada dia, em detalhe.

  1. Dia 1 · Pousar em San Francisco — de propósito, sem carro

    San Francisco

    Vocês pousam, pegam o trem para a cidade e descobrem que leão-marinho faz o barulho de um casamento.

    • TardeDo SFO até a cidade, de BART· ~1h 15min

      Meia hora do terminal até o Embarcadero e, depois, um táxi curto ou o ônibus 8 até a orla. Hoje não se passa em balcão de locadora.

      Por que está aqui: O carro só é retirado no terceiro dia, e essa é a maior economia de toda a rota: estacionamento de hotel aqui custa de US$ 50 a 70 por noite, e esta cidade se faz a pé, de cable car e de ferry. Duas diárias a menos, e nenhum estacionamento.

    • TardeOs leões-marinhos do Pier 39· ~1h 30min

      Algumas centenas deles subiram na K-Dock no inverno de 1989 e simplesmente nunca mais saíram. De graça, barulhento, e com cheiro à altura.

      Por que está aqui: O primeiro dia de uma família com jet lag não é dia de marcar nada. Isto fica a cinco minutos do hotel, é genuinamente engraçado e não exige que ninguém esteja atento.

    • NoiteJantar em North Beach· ~1h 30min

      O bairro italiano de San Francisco, dez minutos ao sul — pizza de forno a lenha, mesas na calçada e gelato na volta.

      Por que está aqui: Uma primeira refeição que não dá trabalho a ninguém, num horário em que as crianças ainda funcionam. Reservem para as seis; às oito elas vão estar dormindo na mesa.

  2. Dia 2 · Alcatraz de manhã, a ponte de bicicleta depois do almoço

    San Francisco

    Um ferry até a prisão mais famosa dos Estados Unidos de manhã, e a Golden Gate de bicicleta depois do almoço.

    • ManhãAlcatraz· ~3h· US$0 por pessoa

      O ferry sai do Pier 33 e, depois, o audioguia dentro do bloco de celas — narrado por guardas e presos que estiveram mesmo ali. Três horas, de porta a porta.

      Por que está aqui: Os ingressos abrem 90 dias antes, e as travessias de outubro somem com semanas de antecedência. Reservem o primeiro barco da manhã: o mesmo passeio, metade das pessoas e uma ilha vazia antes de os ônibus de excursão desembarcarem.

    • TardeAtravessar a Golden Gate e voltar de ferry de Sausalito· ~4h· US$0 por pessoa

      Aluguem bicicletas no wharf, sigam pelo Crissy Field, atravessem a ponte e desçam ladeira abaixo até Sausalito — e ponham as bicicletas no ferry da volta.

      Por que está aqui: A melhor coisa que se pode fazer com crianças nesta cidade, ponto final. Quase tudo é plano, a descida para Sausalito é o auge do dia, e o ferry da volta elimina a única subida. Levem um casaco — venta sempre, e no deck faz uns dez graus a menos.

    • NoiteO cable car da Powell–Hyde e o Ferry Building· ~2h 30min

      Embarquem na plataforma giratória perto do wharf, subam a crista acima da Lombard Street e terminem entre as barracas de comida do Ferry Building.

      Por que está aqui: O cable car é uma atração que por acaso também é transporte, e este é o sentido certo de pegá-lo — subindo a partir do wharf, onde a fila ainda é curta. A luz sobre a baía a esta hora é a melhor do dia inteiro.

  3. Dia 3 · Pegar o carro e seguir a leste, para Yosemite

    Yosemite

    Vocês pegam o carro em que vão morar por duas semanas — e, no fim do dia, o vale se abre de uma vez só.

    • ManhãRetirar o carro no centro e cair na estrada· ~5h

      As chaves num balcão do centro da cidade às 8h30 e, depois, cerca de quatro horas pela Highway 120, passando por Groveland até o portão oeste do parque.

      Por que está aqui: Saiam antes das nove. A 120 é a estrada mais curta (265 km), mas passa dos 1.800 metros, e quando a neve chega cedo — raro em outubro, mas não inédito — a Highway 140, por Mariposa, é a alternativa que funciona o ano inteiro. Confiram o estado das estradas na manhã da viagem.

    • TardeTunnel View e a Bridalveil Fall· ~2h

      Vocês saem do túnel e o vale inteiro chega de uma vez — o El Capitan à esquerda, o Half Dome no fundo. Dez minutos adiante, a base da cachoeira.

      Por que está aqui: Este é o momento pelo qual vocês vieram, e eu quero que ele aconteça do carro, e não no fim de um dia cansado. A Bridalveil é a única cachoeira que ainda corre em outubro — as Yosemite Falls ficam completamente secas de agosto até a primeira tempestade, o que não é problema nenhum; só não prometam isso para as crianças.

    • NoiteCook's Meadow na última hora de luz· ~1h 15min

      Um circuito plano de um quilômetro e meio de passarela no meio do vale, com o Half Dome de um lado e a seca Yosemite Falls do outro.

      Por que está aqui: Dez minutos a pé do quarto, sem carro e sem estacionamento. A esta hora o granito fica laranja, os cervos saem para o prado e todo mundo concorda que as quatro horas de estrada valeram a pena.

  4. Dia 4 · O fundo do vale: a Mist Trail e uma bicicleta

    Yosemite

    Rio acima até uma cachoeira, e depois vinte quilômetros planos de ciclovia entre paredões de granito.

    • ManhãA Mist Trail até a ponte da Vernal Fall· ~3h 30min

      Do Happy Isles, um quilômetro e meio pavimentado de subida até a ponte de frente para a cachoeira. Quem ainda tiver perna segue por mais 200 degraus de granito até o topo.

      Por que está aqui: A caminhada símbolo de Yosemite, e outubro entrega a versão confortável dela: sem respingo, sem degrau escorregadio e sem a fila de julho. A ponte são noventa minutos de ida e volta com uma criança de doze anos; o topo são duas horas a mais e 300 degraus, e essa decisão se toma na ponte.

    • TardeVinte quilômetros de ciclovia pelo vale· ~2h 30min

      Aluguem bicicletas no lodge e façam o circuito pavimentado até o El Capitan Meadow e o Mirror Lake — completamente plano, e mostra mais do vale do que a estrada mostra.

      Por que está aqui: Depois de uma manhã de subida, esta é fácil de propósito. A ciclovia também resolve o problema do estacionamento: ela chega a todo ponto em que o carro tem dificuldade de parar. O Mirror Lake em outubro é mais prado do que lago, então ajustem a expectativa antes de chegar lá.

    • NoiteUma noite livre no vale· ~2h

      Jantar na praça de alimentação do lodge e dez minutos lá fora, com estrelas e nenhuma cidade embaixo delas.

      Por que está aqui: Quarto dia, com dez pela frente. Não há nada marcado aqui de propósito — amanhã tem estrada de montanha e saída cedo, e ir dormir faz parte do plano.

  5. Dia 5 · A Glacier Point Road — Yosemite visto de cima

    Yosemite

    Mil metros acima do vale, com uma fenda na beira do penhasco por onde dá para olhar lá para baixo.

    • ManhãGlacier Point· ~3h

      Uma hora de carro a partir do vale e 980 metros acima dele: um parapeito que encara o Half Dome de frente, com três cachoeiras no mesmo enquadramento.

      Por que está aqui: A maior vista do parque, e ela fica a 300 metros pavimentados do estacionamento — o que significa que todo mundo chega lá sem discussão. A estrada fecha na primeira tempestade séria, em geral em novembro; outubro é quase sempre tranquilo, mas é um bom motivo para fazer isto hoje, e não "algum dia".

    • TardeTaft Point e a Sentinel Dome· ~3h 30min

      Um circuito de 8 km saindo da mesma estrada: fendas abertas na beira do penhasco no Taft Point, e um domo de granito nu com 360 graus completos na Sentinel.

      Por que está aqui: Se for para fazer só um, façam o Taft Point — são 2 km de cada lado, e as fendas na borda do penhasco são a coisa mais impressionante que um adolescente de quinze anos vai ver nesta semana. Não há grade nenhuma. Deem a mão, sério.

    • NoiteJantar no Mountain Room, e as malas· ~2h

      Uma refeição de verdade atrás dos janelões e, depois, arrumar a mala — amanhã sai cedo.

      Por que está aqui: Este é o último jantar bom até Los Angeles; daqui em diante vocês estão em cidades de trezentos habitantes. Reservem mesa — o vale inteiro tem três restaurantes.

  6. Dia 6 · Mariposa Grove e, depois, ao sul, para Sequoia

    Sequoia

    Árvores de três mil anos de manhã, e a planície agrícola à tarde.

    • ManhãMariposa Grove — as sequoias do próprio Yosemite· ~3h 30min

      Uma hora ao sul do vale: estacionem na Welcome Plaza e desçam no shuttle gratuito. Esperando lá embaixo, o Grizzly Giant, com uns 3.000 anos, e uma árvore que alguém atravessou com um túnel em 1895.

      Por que está aqui: Fica exatamente na estrada para o sul, então só custa a manhã. Carros particulares não entram no bosque — o shuttle roda das 8h às 17h nesta época do ano, a cada quinze minutos, e as 300 vagas da Welcome Plaza enchem no fim da manhã. Estejam lá às nove e saiam às onze e meia.

    • TardeDescendo por Fresno até Three Rivers· ~3h

      A Highway 41 desce das montanhas para a região agrícola, e depois a 99 e a 198 a leste — cerca de três horas de laranjais, pés de amêndoa e postos de gasolina.

      Por que está aqui: O único trecho sem graça da rota, e tudo bem: toda quinzena de estrada tem um. Parem em Fresno para almoçar e fazer compras — é o último supermercado de verdade antes de três dias de deserto.

    • NoiteO rio Kaweah, visto da sacada· ~2h

      Check-in, pés na água gelada e jantar num dos dois restaurantes da cidade.

      Por que está aqui: Amanhã começa às sete, de verdade. Esta noite existe para que isso seja possível.

  7. Dia 7 · A Giant Forest

    Sequoia

    A maior árvore do planeta, quatrocentos degraus até o alto de um domo de granito e arte rupestre na descida.

    • ManhãA General Sherman e a Congress Trail· ~4h

      Uma hora de curvas e 1.500 metros de subida até a Giant Forest, depois a descida até a maior árvore do planeta — 84 metros — e um circuito de 3 km entre as outras.

      Por que está aqui: Estejam no estacionamento às 8h15. O shuttle do parque só roda até o começo de setembro, então em outubro todo mundo vai de carro — e o estacionamento da Sherman enche às dez, depois disso vocês são mandados para o de cima, com 800 metros de descida. A Congress Trail começa na própria árvore e perde noventa por cento da multidão nos primeiros cem metros.

    • TardeMoro Rock, Crescent Meadow e o Tunnel Log· ~4h

      Quatrocentos degraus talhados num domo de granito com vista para a Great Western Divide, depois o prado que John Muir chamou de joia da Sierra — e uma árvore que caiu em 1937, com um buraco aberto por onde se passa de carro.

      Por que está aqui: O Moro Rock são quinze minutos de escada com corrimão e precipício dos dois lados — as crianças vão amar, e quem tem medo de altura pode esperar embaixo sem vergonha nenhuma. Façam no meio da tarde, quando a neblina já se desfez, e não façam de jeito nenhum se houver trovoada por perto.

    • NoiteHospital Rock, na descida· ~45min

      Uma parada de vinte minutos na volta: os pictogramas potwisha numa pedra do tamanho de uma casa, e os buracos de moagem gastos nela ao longo de séculos.

      Por que está aqui: É de graça, está na estrada por onde vocês já vão descer, e é a única coisa desta rota que diz em voz alta que houve gente vivendo aqui três mil anos antes de a floresta receber o nome de um general. Vale os vinte minutos.

  8. Dia 8 · Atravessando a Eastern Sierra

    Death Valley

    O dia longo: a travessia da Sierra, uma parada dentro de um faroeste e 1.500 metros de descida até o fundo do deserto.

    • ManhãDe Three Rivers a Lone Pine· ~4h 30min

      Quatro horas e meia ao sul e depois a leste: a 198 até Visalia, a 99 até Bakersfield, a 58 pelo Tehachapi Pass e a US-395 ao norte, entrando no Owens Valley.

      Por que está aqui: Saiam às 7h30, e não às nove. Este é o dia longo — cerca de 460 km e seis horas e meia ao volante — e é a única etapa sem atalho: não existe estrada cruzando a Sierra entre Yosemite e o Owens Valley. Encham o tanque em Bakersfield.

    • TardeAlabama Hills e o Mobius Arch· ~2h

      Um campo de pedras arredondadas bem embaixo do Mount Whitney, o ponto mais alto dos Estados Unidos continentais. Uma caminhada de quinze minutos chega a um arco natural que emoldura a crista inteira da Sierra.

      Por que está aqui: É isto que transforma um dia de transfer em um dia de viagem. Cerca de quatrocentos faroestes foram rodados aqui, e quem já brincou de bangue-bangue reconhece o lugar sem que ninguém precise avisar. Almocem em Lone Pine e comprem água: daqui até Furnace Creek não há nada.

    • NoiteFather Crowley, e as dunas na hora dourada· ~3h

      A Highway 190 sobe as Inyo Mountains até um mirante acima do Rainbow Canyon, depois despenca 1.500 metros até o fundo do vale e a areia de Stovepipe Wells.

      Por que está aqui: Vocês entram pelo oeste, o que faz das dunas uma parada no caminho, e não uma expedição à parte — e às cinco da tarde elas estão exatamente na cor certa e frias o bastante para andar descalço. Vocês chegam a Furnace Creek por volta das seis e meia, acabados e no horário.

  9. Dia 9 · Nascer do sol abaixo do nível do mar, pôr do sol 1.670 metros acima dele

    Death Valley

    Nascer do sol 86 metros abaixo do nível do mar, pôr do sol 1.670 metros acima dele.

    • ManhãZabriskie Point no nascer do sol, e depois o Golden Canyon· ~3h

      Dez minutos do hotel até um terraço sobre badlands amassadas que ficam laranja quando o sol nasce atrás de vocês, e depois 3 km cânion adentro antes de esquentar.

      Por que está aqui: Em outubro, a agenda do Death Valley é ditada pelo sol, e não pela preferência de ninguém: tudo o que é ao ar livre acontece antes das onze e depois das quatro. O Zabriskie é virado para oeste, o que faz dele um lugar de nascer do sol e não de pôr do sol — o erro que metade dos visitantes do parque comete.

    • ManhãBadwater Basin e a Artists Drive· ~3h

      O chão mais baixo da América do Norte, 86 metros abaixo do nível do mar, com uma placa no paredão marcando onde o mar estaria — e, na volta, 14 km de mão única por morros verdes, rosados e violeta.

      Por que está aqui: Caminhem quinze minutos sal adentro — é ali que vocês param de ver gente e começam a ver os polígonos. Deixem a Artists Drive para a subida, porque ela só corre nesse sentido, e às dez e meia a luz sobre ela ainda está baixa o suficiente.

    • TardeA piscina de nascente, nas horas em que não se deve estar na rua· ~4h 30min

      De volta ao rancho às 11h30, e ninguém se mexe até as quatro: piscina, sombra, o Borax Museum e o termômetro do portão.

      Por que está aqui: Isto não é um dia de descanso, é o plano. Meados de outubro dão de 33 a 35 °C ao meio-dia, e o único jeito de passar dois dias aqui com crianças é cortar o dia ao meio e sumir no miolo dele.

    • NoiteDante's View no pôr do sol· ~3h

      Quarenta e cinco minutos de carro e 1.670 metros de subida até uma sacada bem acima do Badwater — o ponto mais baixo e a montanha mais alta da Califórnia no mesmo enquadramento.

      Por que está aqui: A melhor coisa do parque, e é de graça. Levem blusa: lá em cima faz de 10 a 15 °C a menos, o que surpreende todo mundo que sai de chinelo. A rampa final é íngreme o bastante para desaconselhar veículos grandes; um carro comum só vai trabalhar bastante.

  10. Dia 10 · Atravessando o Mojave, e entrando na Rota 66

    Joshua Tree

    Dunas, lava e o neon da Rota 66 — e depois uma fogueira embaixo de um céu sem luz nenhuma.

    • ManhãAo sul, saindo do vale· ~2h 45min

      A 190 a leste até Death Valley Junction, depois a 127 ao sul, passando por Shoshone até Baker — casa do termômetro mais alto do mundo, com seus 41 metros.

      Por que está aqui: Encham o tanque em Furnace Creek antes de sair, mesmo com meio tanque. Entre aqui e Baker existem dois postos, os dois caros, e um deles tem o hábito de estar fechado.

    • TardeMojave National Preserve e as Kelso Dunes· ~2h

      A Kelbaker Road cruza a reserva de norte a sul por campos de lava e floresta de joshua trees, passando por dunas de 200 metros que roncam quando se desce escorregando por elas.

      Por que está aqui: Este é ao mesmo tempo o caminho mais curto entre os dois parques e o mais bonito, então não há troca a fazer. As dunas ficam a 5 km da estrada, por um caminho de terra que um carro comum encara sem drama com tempo seco; depois de chuva, não.

    • NoiteAmboy, a Rota 66 e uma fogueira em Joshua Tree· ~2h 30min

      O letreiro de neon do Roy's na velha Rota 66, com uma cratera vulcânica preta atrás, e depois uma hora ao sul pela Amboy Road até o Airstream.

      Por que está aqui: O Roy's são dez minutos e uma foto, mas é o momento em que a Rota 66 deixa de ser uma coisa que vocês viram num filme. Cheguem a Joshua Tree antes de escurecer, acendam a fogueira e olhem para cima — este parque é um International Dark Sky Park certificado.

  11. Dia 11 · O dia de Joshua Tree

    Joshua Tree

    Floresta de joshua trees, uma aula de escalada, um campo de cactos que se acende no fim da tarde e a falha de San Andreas.

    • ManhãHidden Valley e Barker Dam· ~3h

      Dois circuitos curtos logo depois da entrada oeste: um vale cercado de rocha que ladrões de gado do século XIX usavam como curral, e um pequeno reservatório com arte rupestre serrano ao lado.

      Por que está aqui: Passem pelo portão oeste até as 7h30 — não por causa do calor, mas da fila, que às dez já leva meia hora. Os dois circuitos juntos dão menos de 4 km, são planos, e são Joshua Tree inteiro em duas horas.

    • ManhãUma sessão de escalada no monzogranito· ~3h 30min· US$0 por pessoa

      Duas ou três horas em rocha de verdade, com guia e equipamento inclusos — Joshua Tree é um dos grandes destinos de escalada do mundo, com mais de 8.000 vias mapeadas.

      Por que está aqui: Se houver uma coisa para reservar com antecedência neste parque, é esta. As crianças vão subir nessas pedras de qualquer jeito — melhor que isso aconteça com corda e com alguém que conhece a rocha. Peguem um horário de manhã; à tarde o granito fica quente demais para segurar.

    • TardeSkull Rock, Jumbo Rocks e o Cholla Garden· ~3h 30min

      Uma caveira do tamanho de um carro bem na beira da estrada, um campo de blocos feito para escalar, e depois meia hora ao sul até uma bacia tomada por milhares de chollas coladas umas nas outras.

      Por que está aqui: O Cholla Garden só funciona com luz baixa — às quatro e meia os espinhos ficam em contraluz, e essa é a foto do dia. Não encostem: os segmentos se soltam e grudam, que é como elas ganharam o apelido de cacto-ursinho.

    • NoiteKeys View no pôr do sol· ~2h

      1.580 metros acima do Coachella Valley: o Salton Sea, o San Jacinto do outro lado e a falha de San Andreas arada pelo chão lá embaixo.

      Por que está aqui: Vinte minutos fora da estrada principal, e um dos poucos lugares em que se enxerga a tectônica de placas a olho nu — a falha se lê como uma faixa verde reta, porque a água sobe ao longo dela. Numa noite limpa dá para ver o México.

  12. Dia 12 · Do deserto ao oceano

    Los Angeles

    Sair do deserto de manhã e chegar ao oceano à tarde.

    • ManhãDe Joshua Tree a Palm Springs· ~1h 30min

      Uma hora a sudoeste, dos 900 metros do deserto alto até um vale de palmeiras e arquitetura modernista dos anos 1950.

      Por que está aqui: Saiam às oito. Não por causa de Palm Springs — por causa da I-10: partam às dez e as três horas de estrada viram quatro. Um almoço demorado aqui é o jeito certo de deixar o trânsito assentar.

    • TardeA oeste pela 10, até o continente acabar· ~3h

      Duas horas e meia por Riverside e pelo centro de Los Angeles, até a via expressa simplesmente terminar em Santa Monica.

      Por que está aqui: Reparem no instante em que a estrada acaba: a histórica Rota 66 terminava bem aqui, no cruzamento com a Ocean Avenue. Depois de onze dias de deserto, é o lugar certo de parar.

    • NoiteO Santa Monica Pier no pôr do sol· ~2h 30min

      Um carrossel de 1922, uma roda-gigante movida a energia solar e uma placa de fim da Rota 66 na ponta. O primeiro Pacífico da viagem.

      Por que está aqui: Depois de dois mil quilômetros de pedra seca, deixar as crianças correrem para dentro do oceano no pôr do sol não é uma linha do roteiro — é o fim da história. Andar pelo píer é de graça; cada brinquedo dele se paga à parte.

  13. Dia 13 · Venice de manhã, Griffith à noite

    Los Angeles

    Calçadão e canais de dia, e Los Angeles inteira se acendendo embaixo de vocês à noite.

    • ManhãDe bicicleta até Venice e os canais· ~3h 30min

      A ciclovia Marvin Braude cola na areia o caminho inteiro: o calçadão de Venice, com seus marombeiros e skatistas, e três ruas para dentro, canais de verdade com pontes pequenas de 1905.

      Por que está aqui: Vinte minutos de bicicleta do hotel, completamente plano, e o único pedaço de Los Angeles que se faz sem carro. Os canais são a surpresa — duas ruas depois de um calçadão lotado, e o silêncio é total.

    • TardeGriffith Observatory· ~4h

      Um prédio art déco de 1935 na encosta de Hollywood: um pêndulo de Foucault, uma bobina de Tesla, um telescópio Zeiss aberto ao público depois de escurecer — e o letreiro de Hollywood visto do terraço.

      Por que está aqui: A entrada é gratuita, mas o horário pega muita gente de surpresa: de terça a sexta ele abre ao meio-dia, e na segunda fica fechado o dia inteiro. Não subam de carro — o estacionamento lota a partir de uma da tarde; existe um ônibus DASH saindo da estação de metrô, e a resposta é ele.

    • NoitePôr do sol no gramado, e depois o Grand Central Market· ~3h

      Fiquem no gramado até a cidade acender embaixo de vocês, e depois desçam ao centro, para um mercado coberto de 1917 com quarenta barracas dentro.

      Por que está aqui: A melhor vista de Los Angeles é de graça e acontece exatamente a esta hora. E no mercado cada um escolhe uma coisa diferente — tacos, ramen, um balcão de pastrami que está ali desde 1917 —, que é precisamente o que uma família que comeu quinze dias em lodges de parque precisa na última noite.

  14. Dia 14 · Devolver o carro, voar de volta

    Los Angeles

    Dois mil quilômetros, areia no tapete do carro e o voo de volta.

    • ManhãUma última manhã na praia· ~2h 30min

      Late checkout se o hotel der, e uma hora final na areia em frente ao hotel.

      Por que está aqui: Depois de quinze dias começando às sete da manhã, esta manhã é uma dívida com vocês. Arrumem as malas na véspera para que ela aconteça de verdade.

    • TardeDevolver o carro no LAX· ~2h

      Trinta e cinco minutos ao sul e, depois, o novo centro consolidado de locadoras do aeroporto, que tem trem próprio até os terminais.

      Por que está aqui: Cerca de 2.000 km no odômetro, areia no tapete e o tanque cheio. Deem duas horas para isso, e não uma: o centro de locadoras abriu em 2026, mas fica fora do aeroporto, e chegar ao terminal é mais uma baldeação.

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Dicas do Max.

  • O passe anual para não residentes custa US$ 250 desde 1º de janeiro de 2026 e, nesta rota, quase sempre se paga. Sem ele, Yosemite e Sequoia cobram de cada visitante não residente nos EUA a partir de 16 anos uma sobretaxa de US$ 100 por pessoa, além da taxa de US$ 35 por veículo — algo como US$ 470 para dois adultos só nesses dois parques, antes do Death Valley e do Joshua Tree, a US$ 30 por veículo cada. O passe isenta as duas coisas, para todo mundo dentro do carro.
  • Yosemite tirou a exigência de reserva de entrada para 2026 — não existe mais ingresso com horário marcado. Isso não é a mesma coisa que não ter multidão: os estacionamentos do vale enchem às 7h30, e é exatamente por isso que este roteiro dorme dentro do parque.
  • Reservem três coisas no dia em que as datas estiverem fechadas: o Yosemite Valley Lodge (os quartos abrem 366 dias antes), o ferry de Alcatraz (90 dias antes) e o Airstream em Joshua Tree. Todo o resto daqui se resolve com uma semana de antecedência.
  • Os shuttles de Sequoia só rodam até o começo de setembro, então em outubro vocês mesmos dirigem até cada trilha — e o estacionamento da General Sherman fica cheio às dez. Yosemite Valley é o contrário: o shuttle gratuito de lá continua rodando das 7h às 22h durante outubro inteiro.
  • Façam mala para três climas. O Death Valley em meados de outubro tem 34 °C; Yosemite, na mesma semana, cai para 6 °C de madrugada; e o Dante's View, a uma hora do hotel, tem dez graus a menos que o fundo do vale. Uma blusa de frio por pessoa não é o suficiente.
  • Abasteçam abaixo de meio tanque, e não na reserva. Entre Three Rivers e Lone Pine, dentro do Death Valley e na travessia do Mojave Preserve há trechos de 150 km sem nada, e alguns postos fecham ao anoitecer.
  • Não há combustível nem água dentro do Joshua Tree, e quase não há sinal de celular em nenhum dos quatro parques. Baixem os mapas off-line antes de sair de San Francisco e levem pelo menos quatro litros de água por pessoa em cada dia de deserto.
  • O Death Valley esfria semana a semana ao longo de outubro — 38 °C na primeira semana, 33 °C na terceira. Se as datas forem flexíveis, empurrem a viagem para a segunda metade do mês; é a diferença entre dois dias em que dá para ficar do lado de fora e dois dias na beira da piscina.

Perguntas frequentes.

De quantos dias se precisa para uma viagem de carro pelos parques nacionais da Califórnia?

Quatorze é o número confortável para esta rota, e é também o menor que não vira marcha forçada. Yosemite precisa de três noites, o Death Valley e o Joshua Tree de duas cada, e San Francisco e Los Angeles de duas cada para serem mais do que um pouso e uma decolagem. Dez dias são possíveis cortando Sequoia e uma noite de cada ponta — só que aí três dos dias viram estrada e nada mais.

Qual é a melhor época para ir?

A segunda metade de outubro, que é para o que este roteiro foi montado. Yosemite a 22 °C em vez de 32 °C, o shuttle do vale ainda rodando, as férias escolares já acabadas — e, acima de tudo, o Death Valley a 33 °C em vez dos 38 °C da primeira semana. De abril a maio é a outra janela, com as cachoeiras de Yosemite cheias; o preço é que o Tioga Pass e a Glacier Point Road ainda estão fechados pela neve.

Precisa de reserva para entrar em Yosemite em 2026?

Não. Yosemite anunciou que não vai operar sistema de entrada com horário marcado em 2026, então basta entrar de carro. O parque administra a lotação no chão — e o que de fato limita vocês é o estacionamento: os do vale ficam cheios às 7h30. A única solução que funciona é dormir dentro do parque, que é o que este roteiro faz.

Quanto custam os parques, e o que é a nova sobretaxa para não residentes?

Desde 1º de janeiro de 2026, quem não é residente nos Estados Unidos paga US$ 100 por pessoa a partir de 16 anos em onze parques designados — nesta rota, Yosemite, Sequoia e Kings Canyon estão na lista —, além da taxa comum de US$ 35 por veículo. O Death Valley e o Joshua Tree não estão na lista e cobram US$ 30 por veículo. O passe anual para não residentes, de US$ 250, isenta tanto a entrada quanto a sobretaxa em todos eles, o que nesta rota economiza várias centenas de dólares para uma família.

Que tipo de carro é preciso, e onde retirar?

Um SUV médio é o certo para quatro pessoas e duas semanas de bagagem; nada nesta rota exige tração nas quatro rodas. Retirem no centro de San Francisco no terceiro dia, e não no aeroporto na chegada — duas diárias a menos, e nenhuma noite de estacionamento de cidade a US$ 50–70 cada. Devolvam no LAX; as taxas de devolução em outra cidade dentro da Califórnia costumam ser modestas, mas peçam o valor por escrito antes de fechar.

O Kings Canyon está mesmo neste roteiro?

Não por inteiro, e prefiro dizer isso logo de cara. As duas noites em Three Rivers compram um dia grande na Giant Forest, em Sequoia — General Sherman, Moro Rock, Crescent Meadow. Cedar Grove, que é o cânion propriamente dito, fica a duas horas e meia de qualquer base razoável e, sem mais uma noite, simplesmente não há onde encaixá-lo. Se marcar o Kings Canyon fizer diferença para vocês, troquem o Hospital Rock pelo Grant Grove: uma hora a mais de cada lado, e uma árvore de 82 metros no fim.

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